quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Morro, Eu sei!


Morro, Eu sei!
Um pouco cada dia.
Morro, Eu sei!
Agarrada à terra árida
Deserto sentir
dos ventos agrestes do sul
À volta, secaram as flores silvestres
Há capim da cor de mel
amargo e quebrado neste mundo sem fim.

Morro, Eu sei!
Só. Despida. Em pé!

E lá longe está o vento
que não chega para me ressuscitar.
Eme

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